domingo, 16 de setembro de 2007
VALEU PEDRÃO!
O cara que era um dos símbolos do "Show de Calouros".
Logo um símbolo da minha infância.
Vai nessa!
sábado, 11 de agosto de 2007
Curiosidade
Talvez esta matéria da Caros Amigos ajude a responder...
http://brasil.indymedia.org/pt/blue/2004/09/290293.shtml
domingo, 29 de julho de 2007
Quem cansou fui eu!
Sabe, a sensação que passa é a que esses caras não admitiram até agora que levaram um chocolate em 2006 e 2002 nas eleições e querem melar o jogo. Esse é e sempre foi o DNA da elite paulistana. Foi aqui que quiseram fazer a revolução de 32, que criaram em 1964 uma patética Marcha da Família com Deus pela Liberdade (sic), criaram a terrível OBAN em 1969, apoiaram Collor e tudo mais. Isso sem contar o péssimo gosto para a escolha de seus governantes (Adhemar de Barros, Jânio Quadros, Paulo Maluf, Quércia e Pitta bastam?), aliás, pessímo não, um gosto conveniente vamos dizer assim. Todo aquele que é do 'clube' ou se compromete a fazer o que o 'clube' manda
eles apóiam.
Lula é fora do clube e - por mais que se esforce - jamais será admitido. A burguesia o vê como um intruso em um cargo que ela acha que é seu por direito e o que puder fazer para incomodá-lo e até derrubá-lo vai fazer.
Perdoem, mas é muito engraçado ver os grã finos tramarem reuniões em seus escritórios condicionados ou em Campos do Jordão para defenderem os próprios (pseudo) direitos e mordomias. Sim, porque este pessoal só se mexe quando mexem com os planos deles.
Ver João Dória Jr, e companhia limitada se passarem por arautos da ética, do desenvolvimento e da justiça é de rir. E muito.
quarta-feira, 4 de julho de 2007
XÔ RORIZ!
Um a menos. As pessoas de bem desse país agradecem.
sábado, 30 de junho de 2007
Meu encontro com o 'filho' do Pacaembu

Marcus, Paulo Machado Filho e eu
Quem vê esta foto e esse título aí de cima pode se estar perguntando quem é o senhor ao meu lado. Pois bem, se trata de Paulo Machado de Carvalho Filho, a essa altura você já sabe quem é o pai dele, mas se você não for uma pessoa que já passou dos 50 ou amante da história da TV, dificilmente ligou o nome a pessoa.
Você já ouviu falar numa rádio chamada Jovem Pan?
Já ouviu falar numa televisão chamada Record?
E que essa televisão promoveu festivais de música?
Já ouviu falar em Jovem Guarda, Família Trapo e O Fino da Bossa?
Sabia que Roberto, Erasmo, Chico, Caetano, Gil, Elis, Golias, Jô Soares e muito mais artistas fizeram nome na Record?
Tá, mas o que tem a ver esse simpático senhor com isso?
Paulo Machado de Carvalho Filho foi simplesmente o criador disso tudo. Foi diretor geral da Jovem Pan - quando esta se chamava 'Panamericana' - em 1944 e depois diretor geral de uma certa TV Record até 1990, quando esta foi vendida para um tal Edir Macedo.
Paulinho, como é conhecido, foi escolhido para ser a personalidade 'perfilada' para o meu TCC e nos recebeu de forma muito simpática e amável em sua residência. Bom de papo, de histórias e de experiência, ele não lembra em nada aqueles empresários de TV egocêntricos, arrogantes e prepotentes. O ex dono da Record estava disposto era a contar histórias de 50 anos de TV e rádio. E aí, meu amigo, vai tudo. Roberto Carlos, Adoniram Barbosa, Hebe, Faustão, Elis Regina, o "ex-sócio" Sílvio Santos e muito mais gente.
Depois de 4 horas de papo sobre Record, Cavalos e a vida como um todo, fomos embora. Seu Paulo nos trouxe até a porta. Saí de lá com a sensação de que acabei de estar com uma figura histórica. O Rádio e a TV no Brasil não seriam o que é, se não fosse ele. Entrevistei a história. Infelizmente nem todos têm essa visão.Quando vão entrevistar alguém da velha guarda, que já foi importante, ou ainda o é, tratam como "mais um entrevistado", não saboreiam o momento.
Uma pena! Para eles, é claro. Perdem uma oportunidade de registrar um documento. Uma história.
Descobriram por que é o filho do Pacaembu, né? Hehehehehehe
sábado, 9 de junho de 2007
A Linha Amarela
Na cidade grande a vida é tão efêmera que não temos tempo nem para analisar nossas próprias atitudes. O que fazemos, o que falamos, o que pensamos, tudo isso, mesmo que sendo imoral ou anormal, passa como algo corriqueiro, por causa da correria do dia-a-dia.
Outro dia ao abrir o jornal li a seguinte notícia: “RJ:Homem cai nos trilhos e metrô é interrompido”. Para minha surpresa, 3 dias depois um site noticiou : “Pessoa cai nos trilhos da CPTM no Brás e morre”. Um amigo meu que anda todo dia pelos trilhos de São Paulo vive me dizendo: “Hoje o trem atrasou. Alguém queria se jogar nos trilhos”.
A primeira coisa que procuro saber quando leio estas notícias é o que fez a pessoa despencar no meio fio. Mal súbito, labirintite, loucura ou coisa assim? Não. Na maioria dos casos é a pura distração, é a ultrapassagem da simpática linha amarela de segurança sem perceber (ou percebendo, sim).
À espera pelo trem é um calvário para as pessoas. Os pensamentos viajam em problemas, amores, e porque não em como o trem vai estar. Você olha no relógio da estação, olha a sua volta e pensa: “Xiii tá enchendo de gente. Será que vai demorar muito?” Ninguém responde. Nem mesmo o atencioso homem que clama por um trocado pois está desempregado.
Nada do trem chegar. Vamos olhar para as pessoas ao redor. Gente feia, bonita, aquele que é pra casar, o outro parece com um ex-namorado, a outra parece com aquela menina bonitinha que você insiste em querer algo. Nada do nosso amigo de vagões chegar.
O tempo vai, o tempo vem, e você ansioso começa a olhar para o horizonte. Primeiro na direção contrária da onde vem o trem, admirando sabe se lá o quê. Pra falar a verdade àqueles prédios velhos e fábricas abandonadas começam a ficar atraentes. Sim, é a beleza urbana que você nunca havia reparado. Que coisa! Você passa por ali todo dia e nunca notou aquele amontoado de tijolos.
Vamos continuar admirando a paisagem? Sim, mas agora do lado em que o trem vai passar. Nesse instante as pessoas tentam avistar nosso meio de transporte. Nada! Nem um barulhinho, nem um pontinho lá no fim da vista. Você vai querer ver mais um pouquinho e aí você nota a beleza do trilho aos seus pés. Bitucas de cigarro e ratos convivem pacificamente .Nossa mas será que os ratinhos fazem buracos na plataforma? Não sei, na dúvida o melhor é se aproximar mais dos trilhos e nisso ouve-se um barulho chegando: “Fiiiiiiiiiii”. É o trem. Aquele que pode ser das 7 ou das 11 horas. Espanhol, inglês ou brasileiro. Bala ou aero. Ele está bem próximo. As pessoas já se amontoam perto da faixa amarela. E por falar em faixa amarela só agora que você notou que estava longe dela. O jeito é óbvio, tentar voltar. A multidão te espreme e o trem passa e como num cumprimento ao povo joga um belo golpe de ar em todos, inclusive em você que já estava sem muito equilíbrio...
Ê vida moderna. Ê mundo corporativo. Tudo é muito rápido, veloz e contraditório. Nos perdemos tentando ver os ratos e as bitucas nos trilhos e ás vezes caímos por aí. E tudo isso sabe por quê? Por causa do tédio de esperar a condução e por não respeitar a nossa amiga que está sempre ali. Brilhante ou fosca, clara ou mais escura, mas sempre ela. A nossa guardiã das tendências suicidas, a linha amarela.
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Dedicate to...
Sou seu fã.
E quer saber de uma coisa?
Se às vezes brigo, faço cara feia é porque queria ter você na minha.
Na minha?
É. Na minha. No meu esquema, no meu 'way of life'.
Não tenho e nunca terei.
Mas isso não me impede de dizer
que acho você uma espécie rara
Daquelas que a gente toca com cuidado, analisa com cuidado
Senão quebra, enfea
Enquanto você mantiver essas caracterísitcas
Você nunca quebrará e nem enfeará
A única coisa que você deixará aos estilhaços
São pobres corações como o meu.
sábado, 2 de junho de 2007
As nossas RCTV
"E se isso acontecesse por aqui?"
De uma forma mais sútil do que a do ditador venezuelando, mas isso já aconteceu e 2 vezes.
A primeira vez foi com a TV Excelsior em 1970. Criada 10 anos antes, a Excelsior logo se tornara a líder em audiência casando profissionalismo na arte televisiva , respeito ao público (com intervalos de 3 minutos no máximo, nas outras TVs os comerciais chegavam a 20 minutos seguidos) e aos anunciantes (criou a grade vertical de programas, o respeito aos horários). Enfim, o canal 9 de São Paulo fez a evolução da TV no Brasil.
Com uma má administração e a oposição ao golpe de 1964, a Excelsior definhou e se atolou em dívidas. Seu adeus melancólico foi em setembro de 1970. Sua concessão não foi renovada
. O engraçado é que uma emissora do Rio de Janeiro tinha mais dívidas do que ela e para pagar fez sociedade com um grupo estrangeiro (o que era proibido na época) e só deslanchou no ano em que a Excelsior fechou. Seu nome: Rede Globo
Uma década depois, quem agonizava em público era a pioneira Tupi. Também atolada em dívidas e com péssima administração, a emissora de Chateaubriand convivia com dívidas e greves de funcionários.
Paralelamente a isso, toma posse em Brasília o último general de plantão, João Figueiredo, que em conflito com Roberto Marinho resolve criar uma rede de TV para dividir o poder da Globo.
As emissoras existentes não tinham folêgo para isso. O que fazer?
Bem, paralelamente a isso ocorre mais uma greve na TV Tupi e os funcionários criam uma cooperativa para administrar a emissora.
Resultado: O governo não aceita a proposta e a concessão da Rede Tupi também não é renovada. Suas concessões, 1 ano depois, iriam para Sílvio Santos(TVS-SBT) e Adolpho Bloch (Manchete).
A Tupi agonizou tal qual a RCTV. Veja este vídeo final da Tupi e notem a semelhança entre ele e o vídeo final da RCTV.
domingo, 20 de maio de 2007
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Fico pensando
A olhar para um nada. Falta algo no olhar deles.
Eu fico pensando nos velhos.
O que eles pensam? Que sabedoria têm?
Eu fico pensando nos meus pais
Será que sou um bom filho?
Eu fico pensando nos animais nos pet shops
Presos em gaiolas, sem nada entender. Meramente um objeto. Comércio
Eu fico pensando nela. É! Nela mesma.
Eu não aguento mais esse clima ruim.
Andando por aí, eu fico pensando com pena, dó e compaixão de tanta coisa.
Que acabo me esquecendo de mim.
Que acabo me esquecendo de como sou.
Do que fui, do que pretendo ser e de como serei.
Toda essa porcaria é um clichê, eu sei.